Determinantes da Estrutura de Capital das Empresas Listadas na Bolsa de Valores do Brasil: uma Análise Empírica do Período de 2007 ao 2016

Autores

  • Marcelo Rabelo Unifesp - Universidade Federal de São Paulo
  • Sandro Braz Unifesp - Universidade Federal de São Paulo
  • Saporito Unifesp - Universidade Federal de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.21171/ges.v15i41.3451

Palavras-chave:

Teoria de trade-off. Teoria de Pecking Order. Dívida. Determinantes da Estrutura de Capital. Dados em Painel.

Resumo

Esta pesquisa refere-se aos determinantes da estrutura de capital, utilizando a técnica de regressão múltipla por meio de dados em painel, de empresas de capital aberto nas bolsas de valores brasileiras, a fim de conhecer o comportamento dos determinantes da estrutura de capital em relação à Teoria do Trade-Off (TOT) e a Teoria da Ordem do Pecking (POT). Foram utilizadas dezesseis variáveis contábeis, das quais cinco são dependentes (relacionadas ao endividamento) e onze são variáveis independentes (explicativas dos determinantes da estrutura de capital). Observa-se que, com a utilização do Painel de Dados, os determinantes que parecem ter influência mais acentuada nos níveis de endividamento das empresas são: liquidez corrente, tangibilidade, retorno aos acionistas, retorno sobre ativos, crescimento das vendas, crescimento dos ativos, market-to-book e risco comercial medido pela volatilidade dos lucros.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Marcelo Rabelo, Unifesp - Universidade Federal de São Paulo

Doutor em Administração de Negócios (2019) pela Escuela Superior de Economía y Administración de Empresas - ESEADE, MBA Executivo em Administração de Empresas com ênfase em Gestão (2010) pela Fundação Getúlio Vargas - FGV, Mestre em Ciências Contábeis (2008) e Pós Graduado em Avaliações Pericias (2004) pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado - FECAP, Bacharel em Ciências Contábeis (2003) pela Universidade Camilo Castelo Branco - UNICASTELO. Atualmente é professor titular da Unifesp, Esag/FGV e Unip nas disciplinas do curso de Ciências Contábeis. Revisor de Periódicos sendo: Revista de Evidenciação Contábil & Finanças e Revista Espacio Abierto - Cuaderno Venezolano de Sociología. Avaliador de Congressos sendo: Congresso de Contabilidade e de Iniciação da USP, Congresso Semead da USP e Congresso de Contabilidade da UFPB. Autor de Livro Perícia Contábil, Mediação e Arbitragem (2015) publicado pela Editora Intersaberes. Fundador da Mrhenrique Assessoria Contábil e Avaliações Periciais Ltda. Atua na área de Administração - ênfase em Ciências Contábeis - principalmente nos seguintes temas: contabilidade, tributário, mercado de capitais, perícia contábil e finanças.

Sandro Braz, Unifesp - Universidade Federal de São Paulo

Doutor em Administração de Empresas com foco em Finanças Corporativas, no Mackenzie. Mestre em Ciências Contábeis com pesquisa em Contabilidade e Orçamento Governamental, pela FECAP (2008). Graduado em Ciências Contábeis pelas Faculdades Integradas de Jales (1999). Atualmente é professor universitário da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo), da STRONG/ESAGS/FGV de Santo André-SP, da pós-graduação Lato Sensu em Gestão e Controladoria Pública, na FECAP. Atuou em Faculdades e Universidades na Graduação em cidades de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. Professor de Pós-graduação nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Amazonas e Mato Grosso do Sul em disciplinas voltadas à Contabilidade, Análise de Demonstrações Financeiras Avançadas e, Contabilidade, Orçamento, Finanças, Controladoria e Auditoria Governamental. Autor de conteúdos didáticos em EaD relativos à Contabilidade Financeira/Societária em geral e Orçamento e Finanças Públicas, além de Professor de cursinhos para Exame de Suficiência em Contabilidade.Tem experiência em Contabilidade, Orçamento, Finanças, Controladoria e Auditoria Governamental.

Saporito, Unifesp - Universidade Federal de São Paulo

Doutor em Controladoria e Contabilidade pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Universidade de São Paulo - FEAUSP (2005), Mestre em Controladoria e Contabilidade pela FEAUSP(1989) e Graduado em Administração pela (FEAUSP /1978). Atualmente professor associado I da EPPEN - UNIFESP, Campus Osasco, Professor convidado para cursos de MBA da FGV Manegement, avaliador de cursos de graduação cadastrado no sistema e-MEC e consultor adhoc da Revista Contabilidade e Finanças da FEA USP, da Revista Contabilidade Vista e Revista da UFMG, da Revista Brasileira de Gestão de Negócios e da Revista Contabilidade e Controladoria - RC&C. da UFPR. Consultor de empresas, de treinamento e das Câmaras Brasil Alemanha e Brasil França de comércio. Autor dos Livros Análise e Estrutura das Demonstrações Contábeis (2015) e Contabilidade Geral: Fundamentos e prática do raciocínio contábil (2017), ambos publicados pela Editora Intersaberes. Ex Diretor Acadêmico e Coordenador do curso de Ciências Contábeis de diversas instituições de nível superior. Ex diretor de cursos da Associação Brasileira de Analistas do Mercado de Capitais (ABAMEC, atual APIMEC). Experiência profissional superior a 25 anos dedicados principalmente às áreas de análise de investimento e de crédito, além de consultorias para implantação de sistemas e treinamento.

Referências

ALBUQUERQUE, A. A. (2013). “Alavancagem financeira e investimento: um estudo nas empresas brasileiras não financeiras de capital aberto” (Tesis de Doctorado). Facultad de Economía, Administración y Contabilidad de Ribeirão Preto, Universidad de São Paulo, Ribeirão Preto. Disponible en: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/96/96132/tde-28032013-100346/pt-br.php.
ALLEN N. B., & GREGORY F. U. (1995) “Relationship Lending and Lines of Credit in Small Firm Finance”. The Journal of Business. 68, 3, 351-381. Disponible en: https://www.jstor.org/stable/2353332?seq=1
ALTAMAN, E. I. (1984). “A further empirical investigation of the bankruptcy cost question”. The Journal of Finance, 39(4), 1067-1089.
ASSAF NETO, A. (2010). Finanças corporativas e valor. São Paulo: Atlas.
BALAKRISSHNAN, S., & FOX, I. (1993). Strategic Management Journal, Wiley Blackwell, 14(1), 3-16.
BASTOS, D. D., & NAKAMURA, W. T. (2009). “Determinantes da estrutura de capital das companhias abertas no Brasil, México e Chile no período de 2001-2006”. Revista Contabilidade & Finanças, USP, São Paulo, 20(50), 75-94. Disponible en: http://www.scielo.br/pdf/rcf/v20n50/v20n50a06.pdf
BAUER, M. W., & GASKELL, G. (2002). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes.
BAXTER, N. D. (1967). “Levarage, risk of ruin and de cost of capital”. The Journal of Finance, 22(3), 395-403.
BERGER, P. G., OFEK, E., & YERMACK, D. L. (1997). “Managerial Entrenchment and Capital Structure Decisions”. The Journal of Finance, 52(4), 1411-1438.
BERLINGERI, H. O. (2006). “U-shaped cost of equity function? Digging into Modigliani-Miller (1958) mistake”. Disponible en: http://dx.doi.org/10.2139/ssrn.934550.
BESSLER, W., DROBETZ, W., & KAZEMIEH, R. (2011). “Factors affecting capital structure decisions”. Capital Structure and Corporate Financing Decisions. Hoboken, NJ: John Wiley, 17-40.
BHATTACHARYA, S. (1988). “Corporate finance and the legacy of Miller and Modigliani”. The Journal of Economic Perspectives, 2(4), 135-147. Disponible en: https://www.rose-hulman.edu/~bremmer/EMGT/paper/bhattacharya.pdf.
BOOTH, L., AIVAZIAN, V., DEMIRGUC-KUNT, A., & MAKSIMOVIC, V. (2001). “Capital structures in developing countries”. The Journal of Finance, 56(1), 87-130.
BRANDLEY, M., JARRELL, G. A., & KIM, E. H. (1984). “On the Existence of an Optimal Capital Structure: Theory and Evidence”. Journal of Finance, 39(3), 857-78. Disponible en: https://econpapers.repec.org/article/blajfinan/v_3a39_3ay_3a1984_3ai_3a3_3ap_3a857-78.htm.
BREALEY, R. A., MYERS, S. C., & ALLEN, F. (2010). Principles of corporate finance. New York: McGraw-Hill Irwin. Disponible en: http://www.competitiontribunal.gov.au/__ data/assets/pdf_file/0004/28246/END.042.001.0013.pdf.
BRENNAN, M. J., & SCHWARTZ, E. S. (1985). “Evaluating Natural Resource Investments”. Journal of Business, 58, 135–157.
BRITO, G., CORRAR, J., & BASTITELLA, F. (2007). ‘Fatores determinantes da estrutura de capital das maiores empresas que atuam no Brasil’. Revista Contabilidade & Finanças – USP, (43), 9-19. Disponible en: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-70772007000100002&lng=pt&tlng=pt.
BRITO, R. D., & SILVA, J. C. G. (2005). ‘Testando as previsões de trade-off e pecking order sobre dividendos e dívida para o Brasil”. Estudos Econômicos (IPE/USP), 35(1), 37-79.
Brooks, C. (2008). Introductory econometrics for finance. Cambridge: Cambridge
University Press.
BOWMAN, E. H. (1980). “A risk/return paradox for strategic management”. Sloan Management Review, 21, 17-31.
CAGLAYAN, E., & SAK, N. (2010). ‘The determiants of capitl structure: evidence from the Turkish Banks”. Journal of Money, Investiment and Banking, (15), 57-65.
CAMERON, A. C., & TRIVEDI, P. K. (2005). Microeconometrics: methods and applications. Cambridge: Cambridge University Press.
CAMPOS, A., NAKAMURAa, W. T. (2013). “Folga Financeira Avaliada como Endividamento Relativo e Estrutura de Capital”. Revista de Finanças Aplicadas, 1(1), 1-19. Disponible en: http://www.financasaplicadas.net/index.php/financasaplicadas/article/view/87/pdf.
CHOI, D. Y., SAITO, R., & SILVA, V. A. B. (2015). “Estrutura de capital e remuneração dos funcionários: Evidência empírica no Brasil’. Revista de Administração Contemporânea, 19(2), 249-269. Disponible en: http://search.proquest.com/docview/1663521643?accountid=43603.
CONSTANTINIDES, G.M., GRUNDY, B.D., 1989. “Optimal Investment with Stock Repurchase and Financing as Signals’. The Review of Financial Studies 2, 445-465.
COOPER, D. R., & SCHINDLER, P. S. (2003). Métodos de pesquisa em administração. Porto Alegre: Bookman.
COPELAND, T., WESTON, J, & SHASTRI, K. (2005). Financial Theory and corporate policy. USA: Pearson.
CORRAR, L. J., PAULO, E., & DIAS FILHO, J. M. (2007). Análise Multivariada: para cursos de administração, ciências contábeis e economia. São Paulo: Atlas/FIPECAFI.
CORREA, C. A. (2006). “A Estrutura de capital das maiores empresas brasileiras: análise empírica usando Painel Data” (Tesis de Maestría). Universidad Presbiteriana Mackenzie, São Paulo. Disponible en: http://tede.mackenzie.br/jspui/handle/tede/517.
CORREA, C. A., BASSO, L. F. C., & NAKAMURA, W. T. (2007). “What determines the capital structure of the largest Brazilian firms? An empirical analisys using panel data”. Disponible en: http://ssrn.com/abstract=989047.
CORREA, C. A., BASSO, L. F. C., & NAKAMURA, W. T. (2013). “A estrutura de capital das maiores empresas brasileiras: análise empírica das teorias de Pecking Order e trade-off, usando panel data”. RAM, Rev. Adm. Mackenzie [online], 14(4), 106-133. Disponible en: http://dx.doi.org/10.1590/S1678-69712013000400005.
DAMODARAN, A. (2001). Corporate finance: theory and practice. USA: Wiley.
DAMODARAN, A. (2007). Avaliação de empresas. São Paulo: Pearson.
DAHER, C. E. (2004). “Testes empíricos de teorías alternativas sobre a determinação da estrutura de capital das empresas brasileiras” (Tesis de Maestría). Brasília: UnB, UFPB, UFPE, UFRN.
DEANGELO, H. & MASULIS, R. (1980). “Optimal Capital Structure Under Corponte Taxation”. Journal of Financial Economics, 8, 5-29.
DEESOMSAK, R., PAUDYAL, K., & PESCETTO, G. (2004). “The determinants of capital structure: evidence from the Asia Pacific region’. Journal of Multinational Financial Management, 14, 387-405.
DELCOURE, N. (2007). “The determinants of capital structure in transitional economies”. International Review of Economics & Finance, 16(3), 400-415. Disponible en: https://doi.org/10.1016/j.iref.2005.03.005.
DEMIRGUC-KUNT, A., & MAKSIMOVIC, V. (1996). ‘Stock market development and financing choices of firms”. World Bank Economic Review, 10, 341-369.
DEMIRGUC-KUNT, A., PERIA, M. S. M., & TRESSEL, T. (2020) “The global financial crisis and the capital structure of firms: Was the impact more severe among SMEs and non-listed firms?” Journal of Corporate Finance, 60, Febr. Disponible en: https://doi.org/10.1016/j.jcorpfin.2019.101514
DONALSON, G. (1961). Corporate debt capacity: a study of corporate debt policy and the determination of corporate debt capactiy. Boston: Division of Research, Harvard School of Business Administration.
DONATO, L. G. (2011). ‘Liquidez e estrutura de capital das empresas brasileiras de capital aberto” (Teses de Maestría). Escuela de Ingeniería de São Carlos, Universidad de São Paulo, São Carlos. Disponible en: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18157/tde-10112011-155426/pt-br.php.
DUMRAUF, G. L. (2001). ‘La estructura de capital óptima de la firma, implicancias para las decisiones de inversión y financiamiento” (Tesis de Doctorado). Buenos Aires: Facultad de Ciencias Económicas. Disponible en: http://bibliotecadigital.econ.uba.ar/download/tesis/1501-1160_LopezDurmraufG.pdf.
DURAND, D. (1952). ‘Cost of debt and equity funds for business: trends and problems in measurement. In: Conference on Research in Business Finance”. Proceedings…, New York, National Bureau of Economic Research, 215-262.
DURAND, D. (1959). “The Cost of Capital, Corporate Finance, and the Theory of Investment: Comment”. The American Economic Review, 4, 639-55.
FAMA, E., & FRENCH, K. (2002). “Testing Trade-Off and Pecking Order Predictions about Dividends and Debt”. The Review of Financial Studies, 15(1), 1-33. Disponible en: http://www.jstor.org/stable/2696797.
FAVATO, V., & ROGERS, P. (2008). “Estrutura de capital na América Latina e nos Estados Unidos: uma análise de seus determinantes e efeito dos sistemas de financiamento”. Gestão & Regionalidade, 24(71), 31-43. Disponible en: http://seer.uscs.edu.br/index.php/revista_gestao/article/download/90/52.
FÁVERO, L. P., BELFIORE, P., SILVA, F. L., & CHAN, B. L. (2009). Análise de dados: Modelagem multivariada para tomada de decisões. Rio de Janeiro: Elsevier.
FERRI, M. G., & JONES, W. H. (1979). “Determinants of financial structure: a nem methodological approach”. Journal of Finance, 34, 631-644.
FRANK, M. Z., & GIYAL, V. K. (2003). ‘Testing the pecking order theory of capital structure’. Journal of Financial Economics, 67(2), 217-248.
GAUD, P., JANI, E., HOESLI, M., & BENDER, A. (2005). “The Capital Structure of Swiss Companies: an Empirical Analysis Using Dynamic Panel Data”. European Financial Management, 11(1), 51-59. Disponible en: https://doi.org/10.1111/j.1354-7798.2005.00275.x.
GOMES, G. L., & LEAL, R.P.C. (2001). Determinantes da Estrutura de Capitais das Empresas Brasileiras com Ações Negociadas em Bolsas de Valores. Finanças Corporativas. São Paulo: Atlas.
GRAHAM, J. K. (1996). “Debt and the marginal tax rate”. Journal of Financial Economics. 41-73.
GUJARATI, D. N., & PORTER, D. C. (2011). Econometria básica. Porto Alegre: AMGH.
GUNGORAYDINOGLU, A., & OZTEKIN, O. (2011). “Firm – and country level determinants of corporate leverage: Some new international evidence”. Journal of Coporate Finance, 17, 1457-1474.
HARRIS, M., & RAVIV, A. (1991). ‘The theory of optimal capital structure”. Journal of Finance, 48, 297-356.
HEGENBERG, L. (1976). Etapas da investigação científica. São Paulo: EPU-EDUSP.
HSIAO, C. (2005). Why Panel Data?. IEPR Working Papers 05.33, Institute of Economic Policy Research (IEPR). Disponible en: https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=820204.
HEINKEL, R., ZECHNER, J. (1990). “The Role of Debt and Perferred Stock as a Solution to Adverse Investment Incentives’. Journal of Financial and Quantitative Analysis, 1990, 25, 1, 1-24. Disponible en: https://www.cambridge.org/core/product/identifier/ ... type/journal_article
HENRIQUE, M. R. (2019). “Determinantes de la estructura de capital de empresas listadas en las bolsas de valores de Argentina, Brasil y Chile: un análisis empírico del período de 2007 al 2016” (Tesis de Doctorado). Escuela Superior de Economía y Administración de Empresas.
HOVAKIMIAN, A., OPLER, T., & TITMAN, S. (2001). “The debt equity choice”. Journal of Financial and Quantitative Analysis, 36(1), 1.
HOVAKIMIAN, A., & LI, G. (2011). “In search of conclusive evidence: How to test for adjustment to target capital structure”. Journal of Corporate Finance, 17, 33-44. Disponible en: https://econpapers.repec.org/article/eeecorfin/v_3a17_3ay_3a2011_3ai_3a1_3ap_3a33-44.htm.
JENSEN, M. C., & MECKLING, W. H. (1976). “Theory of the firm: Managerial behavior, agency costs and ownership structure”. Journal of Financial Economics. 3, 305-360. Disponible en: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/0304405X7690026X.
JOHNSON, R.A., & WICHERN, D.W. (1998). Applied multivariate statistical analysis. New Jersey: Prentice Hall.
JONG, A., KABIR, R., & NGUYEN, T. T. (2008). “Capital structure around the word: The roles of firm and country specific determinants”. Journal of Banking & Finance, 32, 1954-1969.
JUCA, M. N. (2011). ‘Determinantes da estrutura de capital de bancos brasileiros e norte-americanos” (Tesis de Doctorado). Facultad de Economía, Administración y Contabilidad, Universidad de São Paulo, São Paulo. Disponible en: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12139/tde-27012012-192849/pt-br.php.
KAHLE, K., & SHASTRI, K. (2005). “Firm Performance, Capital Structure, and the Tax Benefits of Employee Stock Options”. Journal of Financial and Quantitative Analysis, 40(1), 135-160.
KAYO, E. K., & FAMA, R. (1997). “Teoria de agencia e crescimento: evidencias empíricas dos efeitos positivos e negativos do endividamento”. Caderno de Pesquisa em Administração, 2(5), 1-8.
KRASKER, W. S (1986). “Stock Price Movements in Response to Stock Issues under Asymmetric Information”. Journal of Finance, 41, 1, 93-105. Disponible en: http://links.jstor.org/sici?sici=0022-1082%2819860 ... O%3B2-X&origin=repec
KOCHHAR, R. (1997). “Strategic assets, capital structure, and firm performance”. Journal of Financial and Strategic Decisions. 10(3). Disponible en: http://www.financialdecisionsonline.org/archive/pdffiles/v10n3/kochhar.pdf.
LEMMON, M. L., ROBERTS, M. R., & ZENDER, J. F. (2008). “Back to the Beginning: Persistence and the Cross-Section of Corporate Capital Structure”. The Journal of Finance, 63(4), 1575-1608. Disponible en: http://www.uh.edu/~bsorense/LemmonRobertsZender.pdf.
LÓPEZ-MORALES, J. S., & VARGAS-HENÁNDEZ, J.G. (2014). “Effect of the type of ownership in the financial performance: The case of firms in latin America”. International Business Research, 7(10), 125-132. Disponible en: http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.881.3078&rep=rep1&type=pdf.
LUCEY, B. M., & ZHANG, Q. (2011). “Financial integration and emerging markets capital structure”. Journal of Banking & Finance, 35, 1228-1238.
LUMBY, S. (1991). Investment Appraisal and Financing Decisions, 3rd edn, Van Nostrand Reinhold (UK).
MAMEDE, S. de P. N., JARDIM, J. R. de P. S., NAKAMURA, W. T., JONES, G. D. C., NAKAMURA, E. A. M. V. (2019). “Does the capital concentration level influence the Brazilian companies capital structure?” Revista de Administração da Universidade Federal de Santa Maria, v.12, n. 4, 785-802. Disponible en: http://dx.doi.org/10.5902/1983465923841
MARCON, R., GRZEBILUCKAS, C., MELLO, R. B., & MULLER, R. A. (2007). “O comportamento da estrutura de capital e a performance de firmas brasileiras, argentinas e chilenas”. Revista de Gestão USP, São Paulo, 14(2), 33-48. Disponible en: https://www.revistas.usp.br/rege/article/view/36596.
MARCONI, M. A., & LAKATOS, E. M. (2011). Metodologia científica. São Paulo: Atlas.
MARQUES, J. H. F. (2000). “Perspectivas internacionales en la historia de la psicología en Portugal”. Revista de Psicologia Geral y Aplicada, 53, 599-606.
MEDEIROS, O. R., & DAHER, C. E. (2008). “Testando teorias alternativas sobre a estrutura de capital nas empresas brasileiras”. Revista de Administração Contemporânea, 12(1), 177-199. Disponible en: https://dx.doi.org/10.1590/S1415-65552008000100009.
MEHRAN, H. (1992). “Executive incentive plans, corporate control and capital structure”. The Journal of Financial and Quantitative Analysis, 27(4), 539-560.
MENDONÇA, F. F. P., MARTINS, H. C., & TERRA, P. R. S. (2019). “Estrutura de Capital e Mecanismos de Governança Externos à Firma: Uma Análise Multipaís”. Revista de Administração Contemporânea. v. 23, n. 6, 765-785. Disponible en: http://doi.org/10.1590/1982-7849rac2019100109
MODIGLIANI, F., & MILLER, M. (1958). “The cost of capital, corportation finance and the theory of investment”. The American Economic Review, 433-443.
MODIGLIANI, F., & MILLER, M. (1961). “Dividend politicy, growth and the valuation of shares”. Journal of Business, 411-433.
MYERS, S. C. (2001). Capital structure. The Journal of Economic Perspectives, 15(2), 81-102.
MYERS, S. C. (1984). The capital structure puzzle. The Journal of Finance, 39(3), 575-592.
MYERS, S. C. & MAJLUF, N. (1984). « Corporate Financing and Investment Decisions When Firms Have Information that Investors Do Not Have”. Journal of Financial Economics, 13(2), 187-221.
NAKAMURA, W. T., MARTIN, D. M. L., & KAYO, E. K. (2004). Proposta para a determinação da estrutura de capital ótima, na prática. Revista de Administração UNISAL, Americana, 1(1).
NAKAMURA, W. T., MARTIN, D. M. L., Forte, D., FILHO, A. F. C., COSTA, A. C. F., & AMARAL, A. C. (2007). “Determinantes de estrutura de capital no mercado brasileiro: análise de regressão com painel de dados no período 1999-2003”. Revista Contabilidade & Finanças, 18(44), 72-85. Disponible en: https://dx.doi.org/10.1590/S1519-70772007000200007.
NARAYANAN, M. P. (1988). “Debt versus equity under asymmetric information”. Journal of Financial and Quantitative Analysis, 23, 39-51.
NOE, T. H. (1988). “Capital Structure and Signaling Game Equilibria”. The Review of Financial Studies, 1, 4, 331–355. Disponible en: https://doi.org/10.1093/rfs/1.4.331
NUNKOO, P. K., & BOATENG, A. (2010). “The empirical determinants of target capital structure and adjustment to long-run target: evidence from Canadian firms”. Applied Economics Letters, 17(10), 983-990.
OZKAN, A. (2001). “Determinants of Capital Structure and Adjustment to Long Run Target: Evidence From UK Company Panel Data”. Journal of Business Finance & Accounting, 28, 175-198. Disponible en: https://doi.org/10.1111/1468-5957.00370.
PATTERSON, H. D., & THOMPSON, R. (1971). Recovery of inter-block information when block sizes are unequal. Biometrika, 58, 545-54.
PEROBELLI, F. F. C., & FAMÁ, R. (2003). “Fatores determinantes da estrutura de capital para empresas latino-americanas”. Revista De Administração Contemporânea, 7(1), 9-35, 226-230. Disponible en: http://www.scielo.br/pdf/rac/v7n1/v7n1a02.
PRATES, C. P. T., & LEAL, R. P. C. (2005). “Algumas considerações sobre os determinantes da estrutura de capital nas empresas brasileiras”. Revista do BNDES, 12(2/3), 201-218.
RAIFUR, L., & SOUSA, A. F. (2011). “A alavancagem financeira e os efeitos no beta: um estudo das empresas do setor de metalurgia e siderurgia na Bovespa”. Revista Contabilidade e Controladoria, 3, 6-26.
RAJAN, R., & ZINGALES, L. (1995). “What do we know about capital structure? Some evidence from international data”. Journal of Finance, (50), 1.421-1.460.
RAMOS JÚNIOR, F. P., SANTOS, I., GAIO, L. E.., STEFANELLI, N. O., & PASSOS, I. C. (2019). “Capital structure of Brazilian public companies: Normality, global fnancial crisis and economic recession”. Contaduría y Administración 64 (1), 1-15. Disponible en: http://dx.doi.org/10.22201/fca.24488410e.2018.1152
REMMERS, L., STONEHILL, A., WRIGHT, R, BEEKHUISEN, T. (1974). “Industry and size as debt ratio determinants in manufacturing internationally”. Financial Management, 24-32. Disponible en: https://www.jstor.org/stable/3665286?seq=1
ROSS, S. A. (1977). “The determination of financial structure: The incentive signalling approach”. Bell Journal of Economics, (8), 23-40.
ROSS, S. A., WESTERFIELD, R. W., & JORDAN, B. D. (2008). Administração financeira. São Paulo: MCGraw- Hill.
ROSS, S. A., WESTERFIELD, R. W., & JAFFE, J. F. (1995). Administração Financeira. São Paulo: Atlas.
ROSSONI, L., & MACHADO-DA-SILVA, C. L. (2010). “Institucionalismo organizacional e práticas de governança corporativa”. Revista de Administração Contemporânea, 14(spe), 173-198. Disponible en: https://dx.doi.org/10.1590/S1415-65552010000600008.
SANDBERG, C. M., LEWELLEN, W. G., & STAKEY, K. L. (1987). “Financial strategy: planning and managing the corporate leverage position”. Strategic Management Journal, 8.
SCHMITT, F. O. V. (2004). “Os determinantes da estrutura de capital das empresas brasileiras” (Tesis de Doctorado). Facultad de Economía, Administración y Contabilidad, Universidad de São Paulo, São Paulo.
SCOTT, DAVID F., Jr., and JOHN D. MARTIN. (1975). “Industry influence on financial structure”. Financial Management 4, 67-73.
SHYAM-SUNDER, L, & MYERS, S. C. (1999). “Testing static tradeoff against pecking order models of capital structure”. Journal of Financial Economics, 51(2), 219-244. Disponible en: https://pdfs.semanticscholar.org/8ecf/61595b42ad97df818edecd79e1b1719e02a5.pdf.
SILVEIRA, A. D. M., PEROBELLI, F. F. C., & BARROS, L. A. B. C. (2008). “Governança Corporativa e os determinantes da estrutura de capital: evidências empíricas no Brasil”. Revista de Administração Contemporânea, 12(3), 763-788. Disponible en: http://www.scielo.br/pdf/rac/v12n3/08.pdf.
SMITH, C., & WARNER, C. (1979). “On financial contracting: an analysis of bond convenants”. Journal of Financial Economics, (7), 117-161.
STANLEY, P., & GALE, C. (2012). “The miller-modigliani 1961 ponzi scheme, alias dividend irrelevance". International Journal of Law and Management, 54(3), 234-241. Disponible en: http://dx.doi.org/10.1108/17542431211228638.
STONEHILL, A., BEEKHUISEN, T., WRIGHT, R., REMMERS, L. (1975) “Financial goals and debt ratio determinants: a survey of practice in five countries”. Financial Management, p. 27-33. Disponible en: https://www.jstor.org/stable/3665187
TAPIA, G., & ALBORNOZ, C. (2017). Tratado de finanzas, negocios, empresas y organizaciones. Buenos Aires: Thomson Reuters.
TITMAN, S., & WESSELS, R. (1988). “The determinants of capital structure choice”. Journal of Finance, 48(3).
TITMAN, S., & WESSELS, R.). “The determinants of capital structure choice”. Journal of Finance, 43(1), 1–19.
THEÓPHILO, C. R., & MARTINS, G. A. (2009). Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. São Paulo: Atlas.
THIES, C. F., & KLOCK, M. S. (1992). “Determinants of Capital Structure”. Review of Financial Economics. Disponible en: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/j.1873-5924.1992.tb00548.x
TOY, N., STONEHILL, A., REMMERS, L., WRIGHT, R.(1974) “A comparative international study of growth, profitability and risk as determinants of corporate debt ratios in the manufacturing sector”. Journal of Finance and Quantitative Analysis, 875-886. Disponible en: https://www.jstor.org/stable/2329684
VÉLEZ-PAREJA, I. (2010). “Risky tax shields and risky debt: an exploratory study”. Cuadernos de Administración, 23(41), 185-211. Disponible en: http://www.scielo.org.co/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0120-35922010000200010&lng=en&tlng=en.
WARNER, J. B. (1977). “Bankruptcy costs: some evidence’. The Journal of Finance, 32(2), 337-347.
WESTON, J. F., & BRIGHAM, E. (1981). Managerial finance. Hinsdale: Dryden Press.
WOOLDRIDGE, J. M. (2009). Introductory Econometrics: A modern Approach. Cengage Learning.
WOOLDRIDGE, J. M. (2010). Econometric analysis of cross section and panel data. London: MIT Press.
WOOLDRIDGE, J. M. (2006). Introductory Econometrics: A Modern Approach. South-Western: Thomson.
ZAVALA, M. R. V., & SALGADO, R. J. S. (2019). “Empirical evidence on the relationship of capital structure and market value among Mexican publicly listed companies Evidencia empírica sobre la relación de estructura de capital y valor entre empresas mexicanas listadas en bolsa”. Contaduría y Administración, 64(1), 1-29. Disponible en: http://dx.doi.org/10.22201/fca.24488410e.2018.1377

Downloads

Publicado

2021-07-09

Como Citar

Rabelo Henrique, M., Braz Silva, S., & Saporito, A. (2021). Determinantes da Estrutura de Capital das Empresas Listadas na Bolsa de Valores do Brasil: uma Análise Empírica do Período de 2007 ao 2016. Gestão E Sociedade, 15(41), 4163–4193. https://doi.org/10.21171/ges.v15i41.3451